RS anuncia vacinação contra Covid de pessoas com comorbidades

15 de abril de 2021 | Arquivado em Geral | 301 views

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) anunciou nesta quarta-feira (14) que, assim que os municípios terminarem de vacinar pessoas com 60 anos ou mais contra a Covid-19, eles poderão iniciar a imunização de adultos de 18 a 59 anos que tenham alguma comorbidade. Não há, porém, previsão de remessa de novas doses para a ampliação a este grupo. Veja lista abaixo.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, diz que a vacinação desse novo grupo depende do ritmo do recebimento de doses e do fluxo de aplicação nas cidades gaúchas. A SES não sabe, contudo, quais municípios já concluíram a imunização de todos os idosos.

“A tendência é que o Ministério da Saúde adote o mesmo sistema de organização por idade para as pessoas com comorbidades. Primeiro irão se vacinar as pessoas deste grupo que tenham 59 anos, depois 58, e assim por diante, em ordem decrescente”, explica a secretária.

A estimativa é que o Rio Grande do Sul tenha 1.150.997 pessoas com pelo menos alguma das seguintes doenças crônicas:

  • diabetes
  • hipertensão arterial ou pulmonar
  • pneumopatia crônica grave
  • insuficiência cardíaca
  • cardiopatias
  • síndromes coronarianas
  • valvopatias
  • arritmia cardíaca
  • próteses valvares ou dispositivos cardíacos implantados
  • doença cerebrovascular
  • doença renal crônica
  • imunossuprimidos
  • anemia falciforme
  • obesidade mórbida
  • síndrome de down
  • cirrose hepática

De acordo com a diretora do Centro Estadual de Saúde, Cynthia Molina Bastos, as comorbidades aumentam o risco de condições mais graves aos infectados pelo coronavírus. Para comprovar a doença, a pessoa deverá levar ao local de vacinação um documento médico (exames, receitas, relatório médico, prescrição médica etc.) ou utilizar os cadastros já existentes nas unidades de saúde.

“A ideia é favorecer a população e não burocratizar”, afirma.

O presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Maicon Lemos, diz que o conselho ainda se articula para definir a melhor metodologia para esse monitoramento.

“Os municípios têm um grande desafio pela frente, que é o monitoramento de quem efetivamente será vacinado. É imprescindível que cada paciente leve um comprovante da doença crônica que possui”, afirma.


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