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Voto consciente: que lance! – Sérgio da Silva Almeida

22 de outubro de 2020 | Arquivado em Opinião | 35 views

Sérgio da Silva Almeida

Um jornal gaúcho do qual sou articulista perguntou em sua enquete on-line: “Como você definirá o seu voto na eleição?”. Entre os participantes, 9% marcaram a opção “pela força do partido”, 12% “pelas promessas que forem feitas”, 21% “pela experiência do candidato”, e 41% “pela honestidade do candidato”.

Não sou filiado a partido político, por isso voto na pessoa. Promessas? Analiso se legalmente poderão ser cumpridas. Experiência? É importante, porém já votei em candidato que estava debutando em eleições por achar que seu projeto de governo contemplava as necessidades do município. E claro, o candidato precisa ser – e parecer – honesto.

Em outra enquete, o jornal perguntou: “O que você faz quando um candidato lhe pede voto?”. E 16% marcaram a opção “digo que nunca voto”, 20% “falo que estou avaliando os candidatos”, 24% “digo se voto nele ou não”, e 40% “minto que vou votar nele”.


Saí de Cachoeira em 2001. Morei em Caxias, Chapecó, Itajaí e no início do ano retornei a Caxias. Porém, nunca transferi meu título de eleitor. E, quando alguém me pede voto, faço questão de lembrá-lo que o voto é secreto. O motivo: ter vários amigos e conhecidos concorrendo nas eleições municipais. E confesso que gostaria de poder votar em mais de um, mas em alguns não votaria “nem a pau”.

Com tantos candidatos, essa coluna recomenda alguns critérios que podem ser levados em conta na hora de decidir o voto: pesquisar sobre o histórico pessoal e profissional do candidato; observar se o candidato possui princípios e valores parecidos com os nossos; analisar as propostas do candidato e ficar com pé atrás caso ele não tenha bom conhecimento das atribuições do cargo que pretende ocupar; e conhecer o passado e a ideologia do partido ao qual o candidato é filiado, pois ele terá que seguir os ideais do partido do qual ele faz parte.

Se procedermos dessa maneira, teremos dado nosso voto com consciência. E, após apertar o botão verde da urna eletrônica talvez possamos ouvir a voz que fala em nosso interior soltar o famoso bordão de um dos maiores nomes da narração esportiva do Brasil, Celestino Valenzuela, que faleceu na sexta-feira passada: “Que lance!”.


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