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Siga sua intuição, ela nunca falha! Sérgio da Silva Almeida

19 de agosto de 2021 | Arquivado em Opinião | 26 views

Sérgio da Silva Almeida

Já aconteceu com você de pensar em fazer algo que te parece bastante razoável, mas, de repente, uma campainha de aviso ressoa dentro de você, se opondo ao que sua mente pensou, sua emoção aceitou e sua vontade decidiu? Essa sensação interior chama-se intuição.


A intuição é um guia interior que tem o propósito de nos impelir ou impedir de fazer algo que nossa mente deseja. É o antivírus avisando ao coração que pode ser mais um cavalo de Tróia. É um guia interior, um sábio dentro da gente e sempre sabe o que é melhor para nós. Carl Gustav Jung, fundador da Psicologia Analítica, a conceituou como “a capacidade interior de perceber possibilidades”. Seu principal objetivo é evitar que pronunciemos frases do tipo: “Bem que dentro de mim algo me dizia para eu não fazer”.

Há uma história que ratifica como temos que escutar a voz da intuição, pois ela nunca falha. Como alguém escreveu: “O que os olhos não veem, a intuição sente”.

Um pai de família retornava do trabalho à noite por uma rua mal iluminada quando, de repente, escutou gritos abafados, vindos de trás de uns arbustos. Alarmado, diminuiu o passo para ouvir, e entrou em pânico ao perceber que se tratava de grunhidos fortes, desespero e barulho de tecido sendo rasgado. Não teve dúvidas de que uma garota estava sendo atacada. Temendo pela própria segurança, sem saber o que fazer, se perguntou: “Devo me envolver ou simplesmente chamar a polícia?”. Percebeu, em segundos, que independentemente da decisão que tomasse, teria que agir com rapidez, pois os gritos já estavam ficando mais fracos.


Decidiu, então, ajudá-la, sem se preocupar com o que aconteceria, pois sua consciência o acusaria para o resto da vida, caso optasse em não dar ouvidos à sua intuição. Correu para os arbustos e arrancou o agressor de cima da garota. Houve uma violenta luta corporal que durou apenas alguns segundos, até que o atacante fugiu.


Com a respiração ofegante, o homem se aproximou da jovem que soluçava, em estado de choque, e perguntou: “Está tudo bem com você?”. Houve um breve silêncio, e ela respondeu: “Sim, papai!”.


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