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Sejamos luz na vida das pessoas- Sérgio da Silva Almeida

2 de junho de 2021 | Arquivado em Opinião | 144 views

O prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomênico, disse durante entrevista na semana passada que o fechamento do comércio nunca foi a solução para a covid-19. E afirmou categoricamente: “Eu defendo que não se feche mais nada”.

O tempo vem provando que Bolsonaro estava certo quando, no início da pandemia, alertou que era preciso cuidar da saúde e da economia simultaneamente. Como está fazendo o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, ao adotar medidas como a testagem em massa e o tratamento precoce para diminuir o contágio e desafogar os leitos hospitalares. Ele despolitizou o atendimento de saúde e deu liberdade para que os médicos prescrevam receitas e os pacientes tenham o direito de escolher. “Precisamos fazer com que o vírus diminua a sua circulação com pessoas trabalhando. Quanto mais trabalho, menos aglomerações.”, afirmou.

Um dos setores atingidos pela pandemia é o da reciclagem. A situação dos catadores, que já não era fácil, ficou ainda mais complicada devido a diminuição da geração de resíduos recicláveis por restaurantes e bares. Para piorar a situação, segundo associações de recicladores, houve um aumento de catadores de rua nos últimos meses em razão do desemprego. E como a catação de materiais recicláveis constitui para muitos trabalhadores a única forma de sobrevivência, de uns tempos pra cá, além de doar agasalhos aos catadores que passam na minha rua para ajudá-los a enfrentar as baixas temperaturas, eu passei a deixar seguidamente uma marmitex com arroz, feijão, massa, polenta e galeto sobre o container de lixo urbano com um bilhete escrito a mão: “Amigo catador, você é importante para nossa cidade. Bom almoço! Ass.: um amigo!”.

E olha o que aconteceu! Outro dia, ao sair da garagem, fui surpreendido por um profissional de reciclagem de nome Cristiano, que puxava seu carrinho de tração humana: “Senhor, quero lhe dar uma lanterninha como forma de agradecimento”. Rebati, de um jeito meio sem jeito: “Mas o senhor não precisa dela?”. Ele insistiu: ” Você tem sido luz na nossa vida”. Meio emocionado, peguei o objeto e seu Cristiano deu um sorriso por debaixo da máscara antes de seguir seu caminho. E eu fiquei com a lição: “Ao acender uma ‘lanterna’ na vida de alguém, acabamos iluminando nosso próprio caminho”.


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