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Prefeito de Bagé Divaldo Lara é afastado do cargo pela Justiça

26 de setembro de 2019 | Arquivado em Geral | 296 views

O Prefeito de Bagé, Divaldo Lara, foi afastado do cargo na manhã desta quarta-feira (25), por decisão judicial, por pelo menos 180 dias. A decisão foi notificada por procuradores do Ministério Público, por despacho assinado pelo desembargador Julio Cesar Finger, em ação que tramita na 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Ele foi denunciado formação de quadrilha, desvio de verbas públicas, fraude em licitação e crime de responsabilidade.

Divaldo também foi proibido de frequentar as dependências da prefeitura e da Câmara de Vereadores do município. Além de Divaldo, também foram atingidos pela medida os ex-secretários municipais de Finanças, José Otávio Ferrer Gonçalves, e do Meio Ambiente, Aroldo Quintana Garcia. Ambos já estavam afastados do cargo desde outubro do ano passado, quando o MP deflagrou a Operação Factótum. Na ocasião, Divaldo foi alvo de mandados de busca e apreensão e teve a casa e o gabinete vasculhados pelos procuradores. O grupo é investigado por suposta fraude em licitações na coleta de lixo na cidade.

No início do mês, o MP ofereceu duas denúncias criminais. Além do prefeito e dos auxiliares, também foram denunciados a ex-diretora-geral da Câmara de Vereadores Carla Almeida Caetano Gonçalves, o ex-diretor do Departamento de Águas e Esgotos de Bagé Volmir Oliveira Silveira, o ex-secretário da Fazenda Aurelino Brites Rocha, os servidores Giovani Soares de Morales e Glademir Silva Leal, o atual secretário Municipal do Meio Ambiente, Nael Abd Ali, e os empresários Ronaldo Burns Costa e Silva, Paula Lopes Groeger, Rogério dos Anjos Meirelles e Cassius Fagundes Reginatto.

As investigações iniciaram após o MP identificar indícios de irregularidades nas contratações da Prefeitura de Bagé a partir de 2017, no começo do mandato de Divaldo. Conforme o MP, teria havido dispensas de licitação, pagamentos fracionados e em duplicidade, sem prévio empenho ou mesmo sem contrato, para beneficiar empresas de três suspeitos. Um dos contratos irregulares teria sido feito para a prestação de serviço de coleta de resíduos sólidos, a partir de seleção com dispensa ilegal de licitação.


O cargo deverá ser assumido pelo vice-prefeito, Manoel Machado. A notícia estremeceu a Rainha da Fronteira na manhã desta quarta-feira. 

Com informações de GaúchaZH


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