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Postos de saúde abertos no sábado para o dia D de vacinação infantil

20 de novembro de 2020 | Arquivado em Geral | 89 views

O sábado (21/11) será o último dia da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e também o Dia D de Vacinação – período em que os postos de saúde de todo o Estado permanecem abertos exclusivamente para a aplicação de vacinas.

Em São Sepé o Dia D de Vacinação neste sábado ocorrerá nas unidades do Posto do Centro, USB Lôndero, USB Pontes, USB 15 de Novembro. USB Tatsch, das 8h às 17h sem fechar ao meio-dia.

Durante a semana a vacinação continua somente no Posto do Centro das 8h às 12h e a tarde das 13h às 16h, os pais poderão levar seus filhos somente para vacinação, não serão atendidas outras situações.

No início da tarde desta quinta-feira (19/11), o Rio Grande do Sul registrava 73% de cobertura vacinal da pólio, com 390 mil crianças até cinco anos que receberam uma dose do imunizante. A expectativa é alcançar a meta de 95%, faltando cerca de 140 mil crianças para receber a vacina.

A Campanha de Vacinação estava programada para se encerrar em 30 de outubro, mas o governo do Estado decidiu pela prorrogação com intuito de atingir a meta e aumentar a imunização de crianças.

O esquema vacinal de poliomielite é composto, atualmente, por duas vacinas: a injetável aplicada em três doses aos dois, quatro e seis meses de vida da criança, e a vacina oral, aplicada aos 15 meses e aos quatro anos.

Nesta campanha, todas as crianças dessa faixa etária terão a avaliação de sua situação vacinal para poliomielite. As maiores de um ano que estiverem com suas vacinais em dia receberão uma dose da vacina oral, a chamada dose D (indiscriminada). Para as crianças que estiverem com doses de poliomielite em atraso, haverá a atualização.

Em paralelo, ocorre a Campanha de Multivacinação, que tem a finalidade de atualizar a situação vacinal da população até 15 anos de idade, de acordo com as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. O objetivo é, além de aumentar as coberturas vacinais, diminuir ou controlar a incidência de doenças imunopreveníveis como tétano, sarampo e febre amarela. Por ser uma atualização de aplicações atrasadas, não há metas. A avaliação será realizada a partir das doses registradas nos sistemas de informação no período.

Pesquisa promovida pela Secretaria da Saúde (SES) no ano passado mostrou que as principais causas das baixas coberturas vacinais no Estado se devem ao descaso e à desinformação. No levantamento, 59% das pessoas apontaram motivos pessoais para a não vacinação dos filhos, como esquecimento, medo de efeitos colaterais e falta de tempo. Mesmo que por algum motivo não tenham vacinado as crianças, mais de 96% disseram acreditar na imunização e a consideram importante. Apenas 4% responderam não acreditar na eficácia das doses.


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