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SÃO SEPÉ Tempo

Os livros são cegos, mudos e surdos- Sérgio da Silva Almeida

5 de maio de 2022 | Arquivado em Opinião | 26 views

Aqui na Serra Gaúcha, está rolando a 24ª edição das Surdolimpíadas de Verão, a primeira na América Latina que, entre atletas, dirigentes e comissões técnicas, reúne mais de cinco mil pessoas, que representam 77 países. A cerimônia de abertura aconteceu no domingo, no Ginásio do Sesi de Caxias do Sul, e contou com a presença da simpática primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, fato que não foi noticiado pelos principais veículos de imprensa brasileiros – e sabemos o motivo, né?


O legal é que, ao sairmos à rua corremos o risco de, a qualquer momento, “esbarrar” com alguma delegação. Nos Pavilhões da Festa da Uva, encontrei a equipe de futebol da República de Mali, o sétimo maior país da África, e tirei uma selfie descontraída com a gurizada (foto). Em visita à exposição da Eko’7, no Shopping Villagio Caxias, notei alguns atletas da seleção de futebol da Itália na maior curtição, fazendo massagem vibroterápica na poltrona terapêutica reclinável da empresa, sob os olhares curiosos dos transeuntes. Não pensei duas vezes, e dá-lhe selfie”.

Eu tenho um carinho especial pelos surdos. Minha irmã tinha seis anos de idade, quando meus pais notaram que ela não ouvia. Nas escolas onde estudou, Jane se sentiu desrespeitada em sua condição e a convivência não foi positiva. Para piorar, naquela época, era comum o mercado de trabalho fechar as portas para candidatos com deficiência. Jane, que mora em Estrela e, graças à Lei de Cotas, trabalha há 28 anos na Justiça do Trabalho, se saía bem nas provas, mas na hora da entrevista de seleção sua esperança se acabava quando o profissional de RH percebia que ela não escutava.


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