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O mundo “cem” “prefessor” seria “un” “pobrema” – Sérgio da Silva Almeida

22 de novembro de 2019 | Arquivado em Opinião | 78 views

Eu gostaria que o texto de hoje fosse sobre o Dia da Bandeira que foi celebrado no dia 19, para trazer à memória dos leitores que a escolha do lema “Ordem e progresso” sintetiza o desejo de todos os que torcem para que o Brasil avance como consequência da defesa e manutenção de tudo o que é certo e bom.

Ou que fosse sobre o Dia Internacional do Homem também comemorado dia 19, para alertar os leitores de que a data – que ainda não possui a mesma representatividade em comparação ao Dia da Mulher –, tem como objetivo chamar atenção para os cuidados com a saúde masculina e sobre o papel positivo do homem na sociedade.

Ou que fosse sobre o Dia da Consciência Negra que é comemorado dia 20, para levar os leitores a uma reflexão sobre uma das maiores atrocidades que a humanidade já viu: a escravidão dos meus irmãos negros.

Ou ainda que minha coluna de hoje fosse sobre o Dia Mundial do Vaso Sanitário que é comemorado anualmente em 19 de novembro. Não ria! O assunto é sério. A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2003 e tem o objetivo de conscientizar a todos sobre a enorme quantidade de pessoas que não possuem acesso a um vaso sanitário limpo e a um sistema de saneamento básico de qualidade, o que facilita a proliferação de doenças que afetam principalmente as crianças.

Entretanto, depois de o Governo Gaúcho “cravar uma faca no peito dos professores sem anestesia” ao propor congelar e reduzir a remuneração dos docentes estaduais que há tempos ganham uma merreca de salário, não há um tema mais relevante para esse dia. Por isso, devido ao risco de que, por causa da desvalorização crescente da profissão, no futuro ninguém vai querer ser professor, encerro esse artigo com um alerta:

Se um dia não tivermos mais engenheiros, não teremos mais construções. Se um dia não tivermos mais advogados, não teremos mais justiça. Se um dia não tivermos mais médicos, não teremos mais saúde. Se um dia não tivermos mais professores, não teremos mais engenheiros, nem advogados, nem médicos. Enfim… “cem prefessor teremo cerios pobrema e nao vai adianta recrama se un testo como ese seje pubricado cheio de erro de portugues”. 


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