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O “gato” que mexe com o seu bolso! Sérgio da Silva Almeida

21 de fevereiro de 2022 | Arquivado em Opinião | 43 views

O Dia Mundial do Gato é comemorado anualmente em 17 de fevereiro. A data serve para alertar sobre os maus-tratos contra os felinos. Na contramão dos que abandonam gato em lixeira ou dão murros em gato ensacado, meu amigo radialista Jacir Somavilla há seis anos vai até um prédio desativado para alimentar os bichanos desovados no local. “Eu vou todos os dias, manhã e noite, faça sol ou faça chuva, pois não consigo deixá-los sem comida e água”, conta emocionado.

Conhecido por ter sete vidas, o gato faz da gente “gato e sapato” (imagine um gato brincando com um sapato). Dorme em cima da nossa cabeça nos fazendo de travesseiro. Some e, um tempão depois, surge andando elegantemente com “a maior cara de pau”. E por agir como o dono da casa, quem nunca disse: “A casa é do gato, eu só pago o aluguel”. Mas cá entre nós, quando se esfrega em nossas pernas ronronando e nos dando “cabeçadas”, amolece nosso coração.

Há várias expressões em que o gato é protagonista. Quando alguém obtém vantagem por meio do nosso esforço, dizemos: “Tirou sardinha com a mão de gato”. Quando notamos alguém megacurioso, o alertamos: “A curiosidade matou o gato”. Quando compramos um produto diferente do pedido, reclamamos: “Comprei gato por lebre”. Quando precisamos ir além, estamos atrás do “pulo do gato”. Quando queremos dizer que todas as coisas são iguais no escuro, advertimos: “À noite todos os gatos são pardos”. Quando achamos que um sujeito não tem mais jeito, alertamos: “Só dando com um gato morto na cabeça”. E por passar 2/3 do dia dormindo, o poeta Mario Quintana comparou o felino ao dia em que o desânimo pega qualquer um: “O gato é preguiçoso como uma segunda-feira”.

Porém, o ditado “Quem não tem cão, caça com gato”, na verdade, deveria ser: “Quem não tem cão, caça como gato”. Ou seja, de uma maneira sorrateira, astuciosa, como um gato.

Entretanto, há um “gato” que as concessionárias responsáveis pelo serviço de distribuição de energia elétrica estão sempre de olho e que mexe com o seu bolso. Ano passado, no Rio Grande do Sul, a RGE identificou quase 25 mil ligações clandestinas, os famosos “gatos” na rede elétrica. A ação encarece a conta de luz da população, já que a Agência Nacional de Energia Elétrica considera furto de energia como “perda comercial”.


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