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Mesmo fechadas, igrejas continuam “abertas” – Sérgio da Silva Almeida

25 de março de 2021 | Arquivado em Opinião | 46 views

Sérgio da Silva Almeida

Ao acessar a versão digital do Jornal do Povo, de Cachoeira do Sul, me deparei com a capa “Sobreviventes”, em reverência aos cachoeirenses que venceram a luta contra o vírus. Olhei aquelas carinhas, uma a uma, e me emocionei ao ver vários rostos conhecidos. E lendo a matéria, me chamou a atenção o relato de um empresário que após 38 dias hospitalizado recebeu alta no dia de seu 59º aniversário: “Até hoje me param na rua para dizer que oraram pela minha recuperação, alguns até desconhecidos. Tenho certeza que a fé das pessoas foi muito importante para que hoje eu esteja aqui, firme e forte”.

Para nós, criacionistas, Deus não teria criado um mundo onde Ele não fosse necessário. Por isso, cremos no poder da oração. Não a oração que manipula a Deus a fazer o que queremos, mas a que está de acordo com a Sua vontade para nossa vida.

Com esse propósito, muitas igrejas, mesmo sem poder seguir com atividades normais, continuam acessíveis ao socorro espiritual. E promovem diariamente momentos de oração pelos internados e profissionais que estão sendo considerados heróis pela população: médicos, técnicos de enfermagem, funcionários da limpeza e todos que trabalham na linha de frente pela cura. Os pastores da Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo – Ministério Porta das Ovelhas, André Taborda, de Cachoeira do Sul, Airton Bassoto, de Farroupilha, e Moacir Brustolin, de Caxias do Sul, me contaram que recebem diariamente dezenas de pedidos de oração, não só por cura de enfermos, mas também por depressão, ansiedade, estresse, pensamentos suicidas, problemas financeiros e de relacionamento e outras sequelas causadas pelo isolamento social.
No início da pandemia, o presidente Bolsonaro incluiu atividades religiosas no rol de serviços essenciais. “A igreja é o último refúgio das pessoas”, justificou. Desventuradamente, diversas lideranças religiosas do país, que têm o encargo de converter a espera dos familiares em esperança, criticaram o decreto, alegando que era desnecessário. Mesmo assim, há muitos sobreviventes por aí graças às orações de anônimos e das igrejas que, mesmo estando vazias e de portas fechadas, continuam “abertas” às necessidades da comunidade.


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