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Julgamento do caso Bernardo Boldrini entra no quarto dia

14 de março de 2019 | Arquivado em Polícia | 134 views

Momento em que Leandro Boldrini presta depoimento- Foto: Reprodução TJ

Resumo

  • Menino foi morto com superdosagem de medicação. Entre os acusados, estão o pai e a madrasta, Leandro Boldrini e Graciele Ugulini.
  • Júri teve depoimentos de delegadas responsáveis pelo caso e testemunhas ligadas ao menino e ao pai dele.
  • Na quarta-feira, terceiro dia, perito indicado pela defesa de Leandro Boldrini contestou assinatura em receita do remédio que matou Bernardo.
  • Pai de Bernardo foi o primeiro réu a prestar depoimento, e negou que tenha matado o menino.
  • Nesta quinta-feira, Graciele deve ser a primeira a depôr.

Acusado de matar o filho Bernardo, o médico Leandro Boldrini foi interrogado por três horas e meia, na tarde desta quarta-feira (13). Ele negou as acusações, afirmando que a criança foi morta pela madrasta, Graciele Ugulini, e pela amiga dela Edelvânia Wirganovicz.

Na quinta-feira, os depoimentos dos réus serão retomados. Graciele será a primeira a falar.

Segundo seu advogado, Vanderlei Pompeo de Mattos, ela deve repetir o que disse em depoimento à polícia, na época do crime, afirmando que Leandro não sabia de nada. “Está nos autos”, complementa.

As três últimas testemunhas do júri prestaram depoimento nesta quarta-feira. Um deles, o perito criminal Luiz Gabriel Costa, afirmou que a assinatura de Boldrini na receita de midazolam tem “indícios fortíssimos de falsificação”.

Depois, teve início a fase de depoimento dos réus. Leandro Boldrini foi o primeiro a falar. Negou que tenha envolvimento no crime e apontou Graciele e Edelvânia como autoras.

Graciele falará nesta quinta-feira pela primeira vez em frente ao público

Madrasta do menino Bernardo é acusada de ser a responsável pela morte da criança

A expectativa com relação ao quarto dia do julgamento dos acusados pela morte de Bernardo Uglione Boldrini é com o depoimento da ré Graciele Ugulini, madrasta do menino. Depois de Leandro Boldrini, ela será a segunda acusada a ser ouvida no júri popular. Ela depôs no final de abril de 2014, perante autoridade policial, mas esta será a primeira vez que falará em frente à imprensa e ao público que acompanha as sessões.

O advogado de Graciele, Vanderlei Pompeo de Mattos, não fez perguntas a Leandro Boldrini na tarde desta quarta, mesmo após o réu afirmar que a madrasta de Bernardo era a responsável por sua morte. “Eu acho que só tornaria mais polêmica a manifestação dele, porque é a versão apresentada por ele e eu me sustento na versão apresentada pela minha cliente. Nesta quinta será o momento de ela apresentar ao público a versão dela”, disse o representante. Segundo ele, Graciele não participou o ocorrido a Boldrini.

Vanderlei Pompeu de Mattos também criticou o que seria uma postura de “ódio” por parte da acusação. “Estou com uma espingardinha de pressão e a máquina estatal do Judiciário está com míssil, foguete, metralhadora. É todo um aparato estatal contra um defensor que está com sua cliente presa. Uma pessoa presa não pode fazer nada, então é uma disparidade violenta”, disse o advogado, que também negou qualquer possibilidade de conluio entre as defesas, que chegou a ser levantada em alguns momentos.

 

 


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