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Gestão de pessoas eficiente é prioridade no governo municipal

5 de junho de 2019 | Arquivado em Geral | 98 views

            Para driblar a crise que angustia os municípios gaúchos – em 2018, 33% deles fecharam o ano no vermelho – uma das estratégias adotadas pela prefeitura de São Sepé é a gestão eficiente dos recursos humanos.

            Com o objetivo de garantir pontualidade da folha de pagamento e a continuidade dos serviços prestados à população, o Executivo tem como política o reconhecimento dos colaboradores de carreira. Atualmente, 82 servidores detém função gratificada (FG). Trata-se de uma vantagem acessória ao vencimento atribuída pelo exercício de cargo de chefia que só pode ser destinada a quem obteve cargo por concurso.  “Estes números são justificados pela postura assumida pela administração, que é a de valorizar e incentivar o funcionário de carreira”, comenta o prefeito, Léo Girardello.

            A responsabilidade com o dinheiro público estende-se ao programa de estágios oferecido pela prefeitura, que emprega 48 estudantes vinculados a diferentes instituições de ensino. Para ingressar em uma das nove secretarias, três coordenadorias ou na Fundação Cultural Afif Jorge Simões Filho como estagiário é preciso participar de um processo seletivo. A medida democratiza o acesso às vagas, proporciona experiência profissional a quem está começando e agiliza uma série de processos internos que exigiriam a participação de um servidor, e consequentemente, despesas mais significativas aos cofres públicos com salários. O mesmo princípio vale para a nomeação de cargos em comissão (CC) – que são de livre escolha, porém de caráter provisório. Além do número reduzido – são 19, todos com perfil técnico e atuação estratégica nos setores onde estão lotados.

            Este enxugamento da máquina pública torna-se mais evidente quando comparados os números de 2019 com os de anos anteriores. Em dezembro de 2001, por exemplo, as funções gratificadas eram apenas 18. Já no ano de 2004, a prefeitura tinha 57 cargos em comissão.

            Conforme a secretária municipal Luci Barcellos, este enxugamento da máquina pública faz parte de um movimento de modernização da gestão, que precisa ser cada vez mais transparente e eficiente. “O momento pede essa mudança de paradigmas e a qualificação constante dos funcionários públicos, para que estes possam entregar sempre os melhores serviços”, defende a titular da pasta de Administração, que é servidora municipal há 36 anos. Ela, que prestou concurso para o cargo de agente administrativo especial, atuou em diversos setores administrativos, e a há sete anos foi convidada a assumir a função de chefia


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