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Foco no “boi”! – Sérgio Almeida

20 de fevereiro de 2019 | Arquivado em Opinião | 52 views

Sérgio Almeida

Foco no “boi”!

Assisti a vários momentos do 7º Rodeio Estadual do Piquete de Laçadores Cabanha Quinhéca, em Cachoeira do Sul (RS), pelo canal Esporte Classe A. Achei legal e divertido os diversos bordões utilizados pelos narradores: “Tá chiando a cumbuca!”, “É branca a armada!”, “Eu vou chamando o corredor!” “É campeiro, conhece a lida!” “Vai começando a bater mais forte o coração do pai!”. Entretanto, o que ficou na minha cabeça foi: “Foco no boi, não olha pra arquibancada, foco no boi!”.

O foco é uma das competências comportamentais mais valorizadas pelo mercado. Se for preciso como um laser é o segredo do sucesso. A derrota, muitas vezes, é resultado de pequenas distrações – de “olhar para a arquibancada”. É como a pessoa que há semanas faz grandes sacrifícios para perder peso e, de repente, por um leve “cochilo”, não resiste a um suculento prato de fettuccine ao molho branco e camarão ou a uma deliciosa fatia de bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro (deu água na boca?).

Eu sei que ter foco nos dias de hoje é uma habilidade mental difícil de ser adquirida, porque vivemos a “era da distração”, com múltiplas coisas para atrair nossa atenção. Por isso, o grito do narrador “foco no boi!” serve de auxílio em tempo oportuno para que não venhamos a tirar os olhos do objetivo.

Gosto muito da passagem bíblica onde Pedro vê Jesus andando sobre o mar e pede para ir ao seu encontro: “Pedro saiu do barco e começou a andar em cima da água, em direção a Jesus. Porém, quando sentiu a força do vento, ficou com medo e começou a afundar”. Observe que, enquanto Pedro manteve o foco em Jesus, ele andou em cima da água. Mas, ao reparar a ventania, desconcentrou, e começou a ir para o fundo como uma pedra. Isso significa que manter fixo os olhos no objetivo, independentemente do “vento contrário”, ajuda a evitar de nos distrairmos com coisas que desviam nossa atenção, nos desanimam, nos amedrontam.

Assim sendo, pense quais são os objetivos de curto, médio e longo prazo que deseja “laçar”. E se não quiser “errar a armada”, é bom atentar para o conselho do narrador: “Foco no boi, não olha pra arquibancada, foco no boi!”.


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