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Filhos que sentem vergonha dos pais – Sérgio da Silva Almeida

24 de outubro de 2019 | Arquivado em Opinião | 285 views

Filhos que sentem vergonha dos pais

Li matéria explicando que o adolescente ao entrar na fase da puberdade pode começar a sentir vergonha de frequentar locais públicos junto com os pais. Esse comportamento ocorre pela necessidade de rejeitar o modelo dos pais e o jeito como se comportam. E é considerado saudável por alguns especialistas. Você concorda? Eu não!

Viralizou nas redes sociais a história do “cantor sem plateia”, Gabriel Smaniotto, que tinha um show marcado, mas o público não compareceu. Melhor dizendo: apenas seus pais estavam lá. E o cantor fez o show para seu pai e sua mãe. E, após ser aplaudido de pé por seus fãs (leia-se seus pais), escreveu em seu Twitter: “Obrigado pai e mãe por ser meu único público no show de ontem”.

A santa-cruzense Janeti Schutz postou um acontecimento comovente em sua página no Facebook: “No lado de fora do Parque Vila Germânica, na Oktoberfest, pedi água a um vendedor ambulante. No momento em que ele colocou a caixa de isopor no chão notei que havia algo amarrado nela: uma chupeta. E na tentativa de descontraí-lo, perguntei se estava vendendo chupeta. Ele riu e me explicou que, desde o nascimento de sua filha, amarrou a chupeta para que, caso os ombros doessem pelo peso da caixa, as pernas tremessem por não ter onde se sentar ou não estivesse conseguindo fazer vendas, ele não desanimasse. E finalizou: ‘Sempre que isso acontece, eu olho pra chupeta e lembro o porquê e por quem estou aqui’”.

Ah, se os filhos soubessem o que seus pais fazem por eles jamais sentiriam vergonha deles. Como escreveu Oscar de Jesus Klemz: “Cada pai, cada mãe sabe das dificuldades e sacrifícios que tiveram para criar seus filhos, situações que os filhos só saberão se um dia também forem pais”.

Na primeira edição do livro “Sucesso é viver na contramão do mundo”, eu contei a história da jovem que sentia vergonha de sua mãe porque ela possuía as mãos desfiguradas por queimaduras. O pai, percebendo a situação, resolveu contar-lhe, em detalhes, o acontecido. Quando a garota soube que sua mãe a havia livrado, quando criança, de cair em uma lareira com chamas, não suportou, e arrependida beijou suas mãos. Então, a partir daquele momento, as cicatrizes que antes eram motivo de vergonha, tornaram-se um emblema de amor. 


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