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Entrevista com o campeão de votos de 2016 para o Legislativo

7 de outubro de 2016 | Arquivado em Geral, Política | 2.185 views

Renato Rosso comemora a vitória e por ter sido o campeão de votos dessa eleição para o Legislativo

Renato Rosso comemora a vitória por ter sido o campeão de votos dessa eleição para o Legislativo

 

Estamos iniciando uma série de reportagens com os vereadores de São Sepé que foram reeleitos e os novos parlamentares, que vão compor o Legislativo a partir de 1º de janeiro de 2017. Nosso primeiro entrevistado é o vereador eleito Renato Rosso, PP, o mais votado desta eleição, com 811 votos.

(Entrevista – Luís Garcia)

 

JG: Renato, qual a principal razão que levou você a concorrer nesta eleição?

Renato: Sempre militamos na política, desde guris junto com a família. Mas quero ajudar o povo de São Sepé com um processo legislativo inovador e altamente fiscalizatório, para que tudo gire em torno do bem comum e não voltado para interesses individuais.

JG: Qual foi a sua estratégia de campanha, que culminou com a sua eleição, além de ser o mais votado?

Renato: Foram duas estratégias: o marketing digital e o contato pessoal, olho no olho, demonstrando em primeiro lugar o trabalho profissional e voluntário já feito, sem falsas promessas e banindo do “sistema” a famigerada compra de votos.

JG: Em meio à campanha, muitas coisas acontecem. A disputa por uma vaga sempre é muito acirrada. Dizem que o fogo amigo é o pior adversário. Você enfrentou algum problema nesse sentido com colegas de coligação ou com adversários?

Renato: Sempre enfrentamos adversidades quando vivemos em sociedade. Na política, às vezes as coisas são um pouco piores ainda, pois na verdade todos disputam entre si. Mas com ensinamentos da vida, de meus mestres, principalmente do meu pai Bino, o único vereador com cinco mandatos em São Sepé, conseguimos levar a contento o processo.

JG: O que você considera como fator determinante que o levou a ser o vereador mais votado?

Renato: Sem dúvidas a minha credibilidade junto à sociedade sepeense, aliada à vontade de mudança do eleitor, que está mais crítico, mais participativo na política e a fraca atuação dos vereadores de um modo geral em todo o Brasil. Outro fator que pode ter pesado é a condição de policial do interior que dá um certo “ar de austeridade” (carece de estudo).

JG: Chegou a ser comentado que você estava cuidando somente de sua campanha, fato depois que se viu que não. A que você atribui a essas manifestações?

Renato: Por ter feito um curso dedicado à formação política, desde o início da campanha, deixei claro que as campanhas para vereador e prefeito são muito distintas e optei por uma estratégia mais viável, não deixando as coisas se misturarem, para não prejudicar nem a campanha do prefeito, nem a campanha do vereador. Porém, deixei bem clara a minha posição desde o início que o meu candidato era a chapa Léo e Kéio.

JG: Qual vai ser a sua principal ação no Legislativo?

Renato: Legislar e fiscalizar. Quero ser o campeão de projetos de leis produtivas, para o bem comum. Quero fazer a Consolidação das Leis Municipais.

JG: Você postula a presidência e existe alguma legislação que impeça isso, devido a sua formação ou cargo que exerce como policial?

Renato: Entendo que ser presidente do legislativo é o ápice do processo. Meu pai ficou realizado por ter sido Presidente da Casa do Povo por duas vezes e com isso realizou a única obra física feita pela Câmara de Vereadores até hoje, que é o prédio da Câmara. Mas vamos analisar a conjuntura junto com a bancada coligada, com o vice e com o prefeito. Somos um conjunto. Acredito não haver impeditivo. Outros policiais no Brasil já foram presidentes de legislativo.

JG: Você é uma pessoa de temperamento forte, tanto que muita gente lhe considera polêmico. Isso vai lhe ajudar ou pode atrapalhar alguma coisa, a partir de janeiro, quando estiver na Câmara?

Renato: As pessoas não querem mais pessoas fracas. Ser forte é sinônimo de luta, de vitória, de realizações. É preciso ser muito forte para enfrentar a vida atual e suas mazelas. Muito mais já era na própria era das cavernas. Se vir que vai ajudar a realizar o bem comum serei forte, polêmico até, se vir que posso atrapalhar recuarei. Mas é verdade que precisamos estar em constante aperfeiçoamento, uma imposição do Criador e da sociedade.

9) JG: A gente sabe que o vereador tem uma atuação limitada, muitas vezes não conseguindo realizar ações que são inerentes do Executivo. Diante disso, o que você pretende fazer para contribuir com projetos e conquistas para a população?

Renato: Traçar um trabalho em conjunto com os demais poderes, seja Executivo, Judiciário, Ministério Público, esferas estadual e federal. Já conto com a ajuda de alguns deputados federais e estaduais, que estarão juntos nesta caminhada pelo bem comum em nossa comunidade. Tenho a certeza de que faremos um grande trabalho.

JG: Ter herdado o lado político do teu pai, Bino Rosso, vai ajudar no teu trabalho?

Renato: Com certeza. Aprendi muito com meu pai. E isto, aliado ao meu conhecimento técnico, deverá ser bem usado no sentido da conquista do bem comum, sempre em supremacia sobre o individual, para que tenhamos uma sociedade mais justa e mais equilibrada.

JG: Muito se cobra dos políticos, os acordos e principalmente a quebra de acordos para as eleições da Câmara. Qual a sua posição sobre isso?

Renato: Acho uma vergonha a quebra de acordos, falta de ética, de moral, a menos que alguém dê motivos muito sérios, mas ainda assim há outros mecanismos. Por isso entendo que tudo deve ser bem planejado a priori, para que se possa levar um acordo até o fim.

JG: Por fim, o que você espera da relação executivo e legislativo?

Renato: Espero uma relação mais estreita, de mais diálogo, mais entendimento e participação solidária em tudo, pois quem tem que defender o executivo, as obras, os defeitos, são os vereadores, então temos que caminhar juntos desde o início e em todos os momentos.

Para finalizar, digo que, livre de vaidade, quero ser o precursor de um “novo tempo” na política sepeense. Quero o povo mais participativo, mais cobrador e mais parceiro nas soluções dos nossos problemas. Quero ver a Casa do Povo com o povo lá dentro ajudando, cobrando, olho no olho. Parece-me, do que tenho observado, que o povo anda meio carente de lideranças em nosso meio. Mas em todas as ações que o Renato Rosso procurou fazer, conseguiu mobilizar em massa a sociedade sepeense. Que Deus possa permitir uma virada no jogo político de São Sepé, com novas mentes, mais voltadas ao bem comum e não a ideologias pessoais ou político-partidárias.

 

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