Enquete

Qual time vai ser Campeão Gaúcho?

Ver resultado

Loading ... Loading ...

Previsão do Tempo


Em Plenário- Luis Garcia- 7 de novembro

7 de novembro de 2018 | Arquivado em Opinião | 101 views

 

“Eu e meus botões”:  Refletindo outro dia com meus botões sobre as classes sociais e a geração de emprego e renda das pessoas  de São Sepé, cheguei a seguinte conclusão:

– Temos uma pequena parcela de ricos na cidade onde a maioria investe seu dinheiro fora ao invés de fomentar a economia local. Por incrível que pareça, são os que mais criticam a falta de desenvolvimento do município.

– Temos a classe média, a chamada classe trabalhadora, que praticamente sobrevive. A sua grande maioria é trabalhadora, tenta cumprir com seus deveres, mas patina para manter seus compromissos em dia, o estudo dos filhos e ter um pouco de lazer.

Já outros, acabam dando passo maior que a perna e engrossam as estáticas dos endividados do país,  transformando seus dias um verdadeiro martírio, entre a vontade de sair do endividamento e a necessidade de sobreviver.

– Temos os pobres, onde se concentra uma faixa considerável de desempregados e pessoas com poucas oportunidades, seja de emprego, moradia ou infraestrutura nos locais onde tentam sobreviver. Nesse meio é onde aparece o maior percentual de gente com os mais diversos auxílios promovidos pelo Governo Federal, como Bolsa Família, Vale Gás e tantos outros benefícios. Há quem critique essa postura dos órgãos governamentais, mas se não fosse esses auxílios, as estatísticas de pessoas dessa classe para o caminho da criminalidade e drogadição, seria muito maior. O tráfico descobriu na linha da pobreza e miseráveis, seja pela falta de dinheiro e outras oportunidades, a sua principal trincheira para ocupar um espaço que deveria ser de responsabilidade dos governos e da sociedade.

– E por fim, eu e os meus botões, chegamos a conclusão de que temos mais uma classe social, a dos milagrosos. Gente que mal se enquadraria na classe com renda média e da noite para o dia aparece com patrimônio multiplicado, levando verdadeira vida de barão. O fato é de dar inveja para aqueles que trabalham uma vida toda e mal conseguem um carrinho popular e uma moradia que você leva 20 anos para pagar através dos financiamentos habitacionais do Governo.

Feita essa análise, acho que serve apenas como reflexão, pois não há muito que fazer, cada um sobrevive com os meios que encontram.

E por fim você deve estar se perguntando: E os botões? Ah!  Os botões seguem servindo para abotoar nossas roupas e sendo talvez, os nossos melhores conselheiros.

Desconfiança e Conhecimento: Essa semana teve uma solenidade que marcou os 10 anos do Pólo de Educação Superior Sepé Tiraraju em São Sepé.

Uma semente plantada pela obstinada Lourdes Giacomolli Osório, muito criticada na época de que tal projeto não daria certo. O prefeito Cleri Schröder acreditou na ideia e levou adiante e o trabalho segue na atual gestão. Muitas pessoas foram  fundamentais nessa caminha, as professoras, Paula Machado, Elenice Seixas, Elsa Gass, a Rita Moreira, hoje atual coordenadora e tantos outros profissionais que nos enchem de orgulho por seu esforço e dedicação.

Pois 10 anos se passaram e o graças ao esforço e essa luta diária desses profissionais, o Polo se tornou uma referencia em educação na região.

São 10 anos superando desconfiança e gerando conhecimento, mesmo assim,  ainda tem gente que não consegue dar valor a essa importante instituição de ensino superior. Temos uma cultura de não valorizarmos aquilo de bom que nos cerca, mas quando se perde algo, os críticos se multiplicam.

Parabéns aos gestores, coordenadores, tutores, professores, servidores e alunos do Polo de Educação, superar desafios, gerar conhecimento, promover a qualificação profissional é a meta dos vencedores.

Até que enfim: Graças a Deus encerrou as eleições, pois ninguém mais estava aguentando a “lacaíce” e fanatismo nas redes sociais. Entre vencidos e vencedores, todos sobreviveram. Sabemos que as histerias não vão cessar, mas serão em menor intensidade. Que cada um possa recolher o melhor de si para seguirmos lutando por dias melhores, afinal esse é o desejo de gregos e troianos, ou não?

Para Refletir: “Se descobrirmos que não podemos ajudar os outros, o mínimo que podemos fazer é desistir de prejudicá-los”. (Dalai Lama)


Mapa do Site

Fale Conosco

Fale conosco

Nome (obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Mensagem