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Em Plenário 08 de setembro – Luís Garcia

26 de setembro de 2018 | Arquivado em Em Plenário, Opinião | 54 views

Luís Garcia

Ó pátria amada: Estamos em plena Semana da Pátria e nas redes sociais como sempre trazendo muita discussão e debate, tivemos diversos questionamentos sobre o desfile das comemorações da pátria. Sou o tempo dos bons e grandes desfiles com bandas escolares, escolas colorindo as ruas da cidade com seus uniformes que eram orgulho de todos. Mas as coisas mudaram e sem ser, mas sendo saudosista, mudaram para pior. Não existem mais a obrigatoriedade dos uniformes, as bandas, são poucas que ainda se mantém e os desfiles cada vez como menos interesse, de educadores e alunos. Será que essa falta de interesse tem haver como os reflexos da politica, onde o povo anda desacreditado dos governantes?

E onde foi para o nosso civismo, o amor a pátria? Talvez a nossa geração nem saiba mais o que é civismo.

Segundo o dicionário Houaiss, na acepção da palavra, civismo é um substantivo masculino que significa dedicação e fidelidade ao interesse público; patriotismo e civilismo.

Diante disso entendo que essas comemorações da Semana da Pátria, embora os tempos sejam outros, não podem se perder.  Temos que mostrar que pelo menos a escola é um centro de referência para o aluno, mesmo com tudo o que tem acontecido em termos de violência, drogas, desestruturação da família, falta de respeito que afetam a sociedade. Nossos alunos precisam valorizar e se orgulharem da sua instituição que lhe forma para a vida. A escola, a pátria e família têm de caminharem juntas nessa construção, caso contrário, vamos perder o sentimento de civismo.

Dando margem aos problemas: A comunidade já tem muitos problemas no seu dia-dia, por isso entendo que quanto mais o Poder Público intervir para que as coisas funcionem bem estaremos contribuindo para o bem comum da coletividade.

Embora não se consiga resolver tudo, acho que quanto menos atrapalho, melhor para todos.

Mesmo tentando convencer meus colegas de gestão que o desfile da semana da pátria que havia sido transferido devido a chuva do último final de semana, iria trazer problemas e que a data de quinta-feira, 6 de setembro, dia útil não seria a melhor escolha, o evento ocorreu, só que as reclamações se multiplicaram.

Houve transtornos para o comércio, motoristas, freteiros, taxistas e também ao público que em alguns momentos, mesmo com as ruas interrompidas, teve que se cuidar de carros no qual seus condutores ignoraram os cavaletes que impedia a passagem de veículos.

Tirando os contratempos e problemas com o trânsito, o desfile embora muito longe daqueles que a gente participava antigamente, foi coroado pela bonita apresentação das escolas, CIEP, Instituto Tiaraju e Gabriel Brenner.

Os tempos são outros e alguns fatos contribuíram para o esvaziamento o desfile.  Povo indignado com a classe politica no Brasil, alguns professores municipais descontes com as propostas do plano municipal de carreira, desfile em dia útil, tudo isso contribuiu para que apenas três escolas saíssem às ruas para demonstrarem seu civismo.

Faltou quantidade, mas não qualidade e as escolas como o Instituto Estadual de Educação Tiaraju que comemorou 60 anos fez um bonito desfile, resgatando sua história através da caminhada de ex-alunos e ex-diretores.

A escola Francisco Brochado da Rocha – Ciep, celebrou seus 25 anos e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Gabriel Brenner, na sua simplicidade, mostrou grandeza através da sua banda de percussão.

E a escola Coronel Chananeco, que comemora 65 anos em 2018, não desfilou, mas foi incluída nas homenagens da Semana da Pátria e seus diretores estiveram presentes.

Parabéns aos que ainda alimentam o nosso civismo.

 

Bolsonaro: O atentado sofrido essa semana por um dos presidenciáveis nada mais é do que o reflexo de uma sociedade doente. Não vou nem entrar na questão, afinal é um período eleitoral e cada um tem a sua posição, seus ódios, rancores, idealismo e amores por Bolsonaro.

 

Para Refletir: “Temos que separar a democracia e a liberdade de expressão, da falta de respeito… É impressionante vermos pessoas que lutam por direitos, igualdade e dignidade, utilizando as armas do desrespeito” (Og Sperle).

 

Jornal A Fonte, pág. 02, 8 de setembro de 2018.


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