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Em Plenário- 26 de novembro- Luís Garcia

26 de novembro de 2018 | Arquivado em Opinião | 81 views

 

Dor de cabeça: O ditado é conhecido: Não há nada que não possa piorar. A notícia que trago para os servidores municipais não á nada animadora. Não quero criar nenhum clima de terror, até porque as mudanças não devem ser imediatas, mas que o pessoal já deve se preparar para mudanças importantes, isso não tenho dúvidas.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul julgou a inconstitucionalidade da lei que autoriza contratos do Instituto de Previdência do Estado – IPE, com os municípios, autarquias e outros entes.
A outra informação e que atinge diretamente o convênio do funcionalismo de São Sepé, é que em 2017, a arrecadação para o IPE dos servidores de São Sepé girou em torno de R$ 3 milhões e 900 mil. Já as despesas, chegaram a R$ 4 milhões e 900 mil, ou seja, R$ 1 milhão de prejuízo para o IPE. O maior gasto foi com internações hospitalares.
Diante dessa situação o IPE quer aumentar a alíquota para 32,28% aos usuários de São Sepé, que hoje é 22%, sendo que município paga 8% e os servidores 14%.
A lei prevê que quando a sinistralidade aumenta o IPE pode aumentar a alíquota. Enquanto os usuários de São Sepé exageraram nos gastos, outros municípios tiveram a sua alíquota diminuída por gastarem pouco.
O prefeito Léo vem negociando com a direção do IPE esse prejuízo de 1 milhão e um acordo está a caminho, tendo que os servidores, os que usaram e aqueles que não usaram ou usaram pouco, pagar também a conta.
É tem gente que não sabe mesmo usufruir das “benécias” que tem. Enquanto isso, centenas de outros vão pagar o pato, sem terem usado, ou talvez usado bem pouco, os serviços do IPE. O prefeito me disse que está otimista nas negociações, porém os usuários terão de mudar a postura, sabendo usar os serviços quando realmente necessário, pois estudos apontam exageros de muitas pessoas.
Ou todo mundo se adequa à realidade, podendo inclusive ter redução de alíquota como existem vários exemplos em outros municípios, ou a coisa vai degringolar de vez. E por fim há quem diga que os funcionários não são os vilões e sim os hospitais. Será? O assunto vai dar muito pano para manga.
O bicho não é papão: Passada a histeria e fanatismo que se viu durante a campanha eleitoral, aos poucos a calmaria e confiança vão ganhando espaço na mídia e principalmente nas redes sócias, acabando com a desconfiança de que eleger Bolsonaro era dar atestado para o retorno da ditadura. A formação do novo governo é a prova de que o povo pelo menos possa ter esperança de dias melhores. Eu nunca tive dúvida de que o bicho não seria papão. O tempo será o senhor da razão para aqueles que ainda duvidam disso.
A Magia do Natal: A cidade começa a entrar no clima do natal e a praça das mercês, nosso cartão postal, vai ficando ainda mais bonita com os enfeites natalinos. São mais de 300 peças que principalmente à noite, vão dar um brilho e colorido especial, encantando e trazendo a magia do natal. Vai ser impossível não se emocionar.
O acendimento das luzes está marcado para o dia dois de dezembro, a partir das 21h. A proposta é que a família sepeense se reúna todas as noites, até o dia 10 de janeiro. As crianças com certeza terão momentos mágicos e os mais velhos, voltarão no tempo, mantendo o sonho de que Papai Noel sempre existiu. Valeu o esforço da pequena, mas dedicada equipe que transformou o que seria lixo, em obras de arte.
Lixo gerando investimento: Depois do projeto da Usina Termelétrica, que está prestes a ser inaugurada, São Sepé poderá ter mais um grande empreendimento no mesmo setor.
Uma reunião na última quinta-feira, no Centro Cultural, onde tivemos a participação de diversos prefeitos e empresários da região, foi apresentado o projeto de uma usina para tratamento de resíduos sólidos na região central do RS.
Foram apresentadas algumas viabilidades dadas a partir do processamento dos resíduos como a produção de madeira biossintética, combustível biossintético sólido ou óleo diesel, por exemplo, todos oriundos da produção de um biossintético natural a partir dos dejetos.
A iniciativa de apresentar o modelo nasceu de uma visita feita pelo prefeito de São Sepé, Léo Girardello à empresa EKT- Ekological Technologies, que atua há 20 anos no mercado. O empresário Carlos Walter Flister e o diretor Helmut Johan estiveram no encontro de quinta-feira, apresentando as principais dúvidas sobre o empreendimento.
O próximo passo agora é buscar parceiros e empreendedores que possam ser parceiros do negócio. A semente está plantada, certamente, a exemplo da usina termelétrica, haverá os críticos de plantão que dirão que não vai dar certo. Esperamos para ver.
Para Refletir: “É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada”. (George Bernard Shaw)

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