Enquete

Você aposta na classificação dos times gaúchos na Libertadores 2020?

Ver resultado

Loading ... Loading ...

Previsão do Tempo


Em Plenário: 12 de fevereiro – Luís Garcia

12 de fevereiro de 2019 | Arquivado em Opinião | 59 views

Luís Garcia

De mala e cuia: Depois de um bom descanso, o que faz muito bem para o físico e principalmente para a alma do vivente, estou retornando a este espaço. Agradeço as inúmeras ligações dos meus leitores e fãs preocupados com a ausência das crônicas. Fico feliz com esse carinho, especialmente da “mãezona” Ila Lara Simões, que lidera essa lista de apreciadores desse espaço, isso sem dúvida aumenta mais a nossa responsabilidade como formador de opinião. Portanto, estou de volta, de mala e cuia. Obrigado amigos e boa leitura.
Tempos que não voltam mais: Não consigo entender porque algumas coisas em São Sepé que no passado eram importantes para a comunidade e faziam parte do cotidiano, hoje não existem mais. Podemos enumerar muitas dessas coisas, como os tradicionais bailes de carnaval dos clubes, bailes de debutantes, pista de Motocross, onde a cidade sediava provas oficiais dos campeonatos estaduais, os torneios de futebol pelo interior e tantos outros eventos e acontecimentos que mobilizavam a população. Seguindo nessa linha de raciocínio, pergunto cadê os nossos balneários públicos da Praia da Amélia, Tio Baldo e do Miguelão? Ao invés de evoluirmos e termos dado seguimento a essas estruturas que estavam prontas acabamos regredindo.
A praia da Amélia, de tantas histórias, teve seu acesso fechado e para chegar só de helicóptero. Já no antigo balneário do Miguelão e Tio Obaldo, no bairro Tatsch, para chegar está complicado, muita buraqueira pois não existe nenhuma conservação dos acessos. Restam mesmo os banhos no rio São Sepé para a população em pontos, como na ponte da antiga saída para Caçapava, no bairro São Cristóvão, na ponte do Passo do Fraga. É bem verdade que ainda sobrevive o nosso clube Caça e Pesca, no qual a natureza foi generosa, mas este é um espaço reservado aos sócios. Fica o registro, afinal não podemos deixar que outras coisas boas e que são de interesse da população se percam no tempo.
Banheiro Público: Desde que cheguei em São Sepé ouço falar no tal banheiro público na praça. Décadas se passaram e nenhuma solução encontrada. De um lado os que cobram do Poder Público uma solução, mas de outro, os que acham que um banheiro público na praça vai causar problemas, depredação e virar um local de drogadição e sujeira. Polêmicas e pontos de vistas a parte, a notícia que trago é de que o tão falado banheiro público está com projeto pronto, dinheiro disponível, faltando apenas o prefeito Léo retornar e dar o sinal verde para a obra ser executada. Conheci a maquete e posso garantir que tem tudo para dar certo, sem interferir no que há de mais bonito no centro da cidade, a nossa Praça das Mercês. É esperar para ver.
Vão em paz amigos: Perdemos essa semana, duas figuras importantes que deixaram a sua marca em São Sepé: César Pires Machado e o ex- vereador e ex-vice-prefeito Zezinho Leão. O Zezinho foi um homem público dedicado à política, cooperativismo e empreendedorismo. Polêmico para alguns, uma liderança de visão acima do seu tempo para outros. Independente do que cada um pense, não podemos negar que Zezinho Leão deixou a sua marca na comunidade. Outra grande perda ligada a São Sepé foi de César Pires Machado que faleceu no sábado passado em Porto Alegre. Com César se vai a história viva, não só de São Sepé, mas do Rio Grande do Sul, pois ele foi um grande historiador e pesquisador. Menos mal que ficaram as suas obras. Fiquem em paz amigos. Que Deus os ilumine e amenize a dor e saudade de seus familiares.
Absolvição com cicatrizes: Minha opinião sobre o Caso Rodin, todos vocês já conhecem, afinal foram 10 anos de idas e vindas desse processo. No meio dessa tempestade, a família Vargas, onde o João Luiz e o Duda acabaram como réus e condenados em Primeira Instância. Pois essa condenação quase 10 anos depois foi revertida no julgamento da 4ª Seção do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, no dia 31 de janeiro. Alívio para quem foi absolvido, mas com certeza cicatrizes ficarão para sempre, afinal, tem marcas que nem o tempo apaga. Exemplo disso que falo é a frase do próprio João Luiz em uma entrevista que fiz com ele: “ Infelizmente, o tempo da mídia é muito mais rápido do que o tempo do judiciário”. A família Vargas e os amigos estão aliviados, já os inimigos nem tanto. Mas e aí? Bom, aí Deus é conciliador de todos os conflitos. Para Refletir: “Infelizmente as pessoas se alimentam de pré-julgamento e acabam matando o amor ao próximo e a possibilidade de um mundo melhor”. (Michelle Castrof)
 

Mapa do Site

Fale Conosco

Fale conosco

Nome (obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Mensagem