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As melhores coisas não são coisas – Sérgio da Silva Almeida

12 de dezembro de 2019 | Arquivado em Opinião | 35 views

Há uma frase que diz: “A joia mais preciosa que você pode ter em volta do seu pescoço são os braços dos seus filhos”. Baita verdade! No primeiro dia do mês minha sogra completou 80 anos. A família se reuniu para comemorar a data. E o momento mais marcante da festa foi quando os cinco filhos se juntaram e deram um abraço – apertado e demorado – na mãe. A cena emocionou a todos!

Na mesma semana, nos Estados Unidos, um idoso em um quarto de hospital fez um pedido especial: beber uma última cerveja com seus filhos antes de morrer. Em uma foto que viralizou nas redes sociais, Norbert, de 87 anos, aparece sorrindo ao lado dos filhos, no dia anterior à sua morte. Na legenda, seu neto escreveu: “Tudo o que o vovô queria fazer em seu último dia de vida era tomar uma última cerveja com seus filhos”.

Não sei você, mas às vezes me pego correndo atrás de tantas coisas e paro e penso que, um dia, talvez descubra que poucas eram realmente necessárias. Como alguém escreveu: “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido”.

O fato é que, na corrida para faturarmos o máximo que pudermos, no mais curto espaço de tempo, não nos damos conta de que as melhores coisas da vida não são coisas. E que tempo não é dinheiro, tempo é vida. É o que mostra o anúncio de uma empresa alemã no qual um idoso espera ansioso pela oportunidade de poder reunir os filhos no Natal. O vídeo começa com o homem na única companhia de seu cachorro escutando mensagens deixadas por eles na secretária eletrônica: “Oi papai, nós não vamos vê-lo no Natal deste ano. Tentaremos no próximo, prometemos”.

Até que um dia, seus filhos, que vivem em diferentes partes do mundo, recebem a notícia de que o pai havia morrido. Todos então, chorosos e de luto, vão ao funeral. Ao chegarem, no entanto, descobrem que o solitário velhinho fingiu a sua morte e os espera encabulado: “Foi a única maneira de conseguir reunir todo mundo?”.  


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